quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

PRA SEMPRE?

 
 
 
 
 
 
 
Pensarmos no “pra sempre”, como uma leve brisa, solicita essa compreensão da vida que passa, do minuto seguinte fora do nosso controle, do amor que está ali, do ladinho, e pode ir embora, solicita uma relação de paz, muita paz com a vida, nós, de mãos dadas com ela, carregando na alma nossos amores, entendendo que “pra sempre” somente nossos olhos, apaixonados pelas primaveras da rua, das esquinas, da vida…
(Teresa Gouvêa)

domingo, 20 de dezembro de 2015

DESCUBRA QUE AS PESSOAS QUE VOCE AMA ESTÃO PERTINHO DE VOCE.

 

O Amor continua além da vida do corpo físico.
Do lado de cá, em nosso plano de vida, pais, avós, filhos, cônjuges, tios,  amigos e irmãos de todos vocês continuam a viver sob as luzes do amor de Deus.
Desencarnar não é acabar, é mudar de lugar, mudar de percepção.
Eles estão sempre nos solicitando para escrever sobre como se sentem aqui e sobre o bem e a força do amor que agora conseguem abrigar em suas  almas, depois de desencarnados. Ficam mais conscientes, sensíveis e maleáveis.
Se o mais perverso dos homens recebe a benção do amparo, que dizer daqueles que o maior mal que fizeram foi apenas não aproveitar tanto quanto podiam as suas reencarnações? Ninguém fica órfão da bondade celeste do lado de cá, pois Jesus nos prometeu, pessoalmente: "Não vos deixei órfãos."
Acredite na presença dos seus entes queridos. Eles retornam sempre, algumas vezes em espírito e, outras, na manifestação das energias que lhes pertencem, mesmo estando longe. O laço entre vocês é algo mais comum do que se pode imaginar.
A morte não acaba com o amor e nem com a alegria sincera entre quem se ama. Mesmo que estejam distantes de você, mesmo que não os sintam, os laços de amor não se desfazem. Acredite nisso e procure sentir seus amores bem pertinho de você.
Você não precisa de médiuns nem de ir ao cemitério para isso. Precisa de fé e de tempo. Tempo para criar um momento especial para esse encontro no clima da oração e ir espiritualmente  até eles.
Procure-os. Cultue seus entes amados. Eles estão pertinho de você.
A vida no mundo espiritual é uma continuidade da vida que tiveram na Terra. Tem trabalho, estudo, diversão, hospital, ordem, evolução e muito mais.
Aqui são amparados, recebem orientação e socorro dentro das suas necessidades e merecimentos. Ninguém fica sem auxílio. Ninguém fica sem acolhimento amoroso. A lei do amor de Deus é muito sábia e extensa, rica de misericórdia e bondade.A amorosidade é a lei dos planos espirituais.
Imagine sempre seus entes queridos aqui, no mundo espiritual, cobertos pelo carinho dos amigos e benfeitores. São muitos corações de luz por aqui, representando o bem e o amor. Todos os seus entes amados estão bem amparados, tratados e socorridos. Nada lhes falta.
Quer ajuda-los? Mantenha esse relacionamento de fé nos recursos de Deus, que não deixa ninguém órfão.
Pense e imagine os gestos de bondade e amor no mundo espiritual infinitamente maiores que no mundo físico.
Pense com carinho em seu ente querido e envolva-se em vibrações de confiança. Ninguém fica ao desamparo na obra de Deus.

Do Livro : Jesus, A inspiração das Relações Luminosas, de Ermance Dufaux, por Wanderley Oliveira

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

CARTA DE PATRICK

                                             



Querida Mãe, Leda, 

Eu e meu pai Ubiratan, estamos aqui hoje. Minha filha Maria Beatriz, meu irmão Vinicius, estar aqui representa  muito, matar as saudades, depois de um contato tão importante.
Eu sei que estou bem  Mãe, cada dia melhor!
A vida fora da matéria nos educa a seguir adiante e ser feliz, quando aprendemos valores santos.
Compreendo hoje as palavras que queria me dizer, quando eu nervoso, não queria ouvir.
Eu te amo Mãe, a tua fidelidade me marca muito, fica em paz.
Sou filho eterno de Deus e estou aprendendo a viver como espírito livre e ser feliz.
Nunca pense que eu tenha voltado antes do tempo, porque o tempo do Senhor, é diferente do nosso. E é o dele que conta!
Pensa, Mãe, que o teu colo ainda é meu, que aquele cheiro ainda é meu. Adorava te judiar com brincadeiras, não perdi minha alegria e espontaneidade, sou o mesmo de antes.
 A morte é ilusão, eu sei que estou vivo, que estou em paz.
Segue firme Mãe, eu vou com o pai, crescendo, fica tranquila, pois Deus cuida de todos nós.
Só pense que o teu Patrick continua com aquele amor de sempre, pense que tudo que Deus organiza, acontece!
Eu e você estamos numa nova missão, obrigado por me amar tanto, eu tô feliz aqui, cumprindo as tarefas que me dão.
Até mais, do filho querido que os ama tanto, 
Com amor.

Patrick Calumby Costa







Compartilho com vocês a mensagem do meu Patrick e mais uma vez a particularidade de me judiar, kkkk, adorava me fazer cócegas e beliscar minha barriga, dizendo ele, que minha barriga era sarada e que ele não deixou nenhuma marca nela de estrias.....meu filho de retorno recordando nossos momentos!!!!.... que felicidade sabermos que estão vivos e aprendendo novas lições!!!.
Comentário de Leda Calumby, mãe de Patrick.
Carta psicografada pelo médium Nilton Stuqui no dia 05/12/2015 no NACPC.

sábado, 28 de novembro de 2015

Evento Psicografia


Informamos que a inscrição para esse evento poderá ser feita também por esse Blog.
É necessário que sejam informados os seguintes dados:
Nome, telefone, email.
Os alimentos para doação podem ser levados no dia .

sábado, 27 de junho de 2015

TRANSFORMANDO DOR EM AMOR

LUISINHO E LAY NO LAR VIDA
GFFE EM VISITA AO LAR IRMÃ BENEDITA CAMURUGY
LAY E CRIS NO SEU NIVER, ESPERANDO LATAS DE LEITE PARA DOAÇÃO DE AMOR
 
 VISITAS FRATERNAS, ONDE VAMOS PENSANDO  EM AJUDAR E  NA VERDADE ONDE SOMOS RICAMENTE  AJUDADOS, ATRAVÉS DO EXERCÍCIO DA CARIDADE, NOS TORNANDO MELHORES A CADA DIA. 
 
CONFRATERNIZAÇÃO DE ANIVERSARIANTES
 
VISITA LAR IRMÃ BENEDITA CAMURUGY
IRÁ E GISA DISTRIBUINDO AMOROSIDADE
 
DRI EM CLIMA DE AMOR
NARA, DRI E CRIANÇAS DO LAR IRMA BENEDITA CAMURUGY
 
HORA DO LANCHE FRATERNO
 
Á ESPERA DO LANCHE

sábado, 2 de maio de 2015

A MORTE NÃO É O FIM, MAS TRANSFORMAÇÃO

Foram-se os bons, os temos, os belos, mas eu não me conformo", foi o que, citando livremente, lembro-me que disse uma poeta americana, Sarah Teasdale, que estudei nos tempos de faculdade. Recentemente foi reeditado um livro meu sobre o assunto, "O Lado Fatal", e comecei a receber e-mails de leitores que passaram por essa dura, incompreensível experiência: alguém que amamos, ou conhecíamos, deixou de existir. Não ouviremos seu passo no corredor, sua voz ao telefone, não teremos longas conversas, não nos reuniremos em grupo de amigos, não contaremos façanhas ou fofocas ou queixas, não trocaremos e-mails. O endereço eletrônico inútil ainda nos espreita no computador, o que fazer? Deletar como se a gente deletasse uma vida?

Esta coluna é uma homenagem, não só a um velho amigo que se foi recentemente, como a todas as pessoas queridas que perdi. Homenagens não trazem ninguém de volta, mas talvez ajudem a nós, os que ficamos, a curtir mais, e melhor, o que temos por perto, em lampejos de silêncio e contemplação (ato heróico na correria destes tempos loucos e fascinantes, mas a gente consegue). A morte, intrusa indesejada, sobre a qual tanto se fala, se pensa, se escreve, foi personagem de alguns de meus livros e causa de algumas incuráveis dores. Ela não pede licença: sem bater, escancara num repelão porta ou janela, entra num salto, com suas vestes cheirado o mofo e seus olhos de gato no escuro. Às vezes pega quem mais amamos. E aí não tem remédio, não tem descanso, não tem nada senão a dor — apesar da nossa natural dificuldade de lidar com ela, a dor é necessária nesses primeiros tempos. É preciso chegar ao fundo desse poço escuro para poder sair dele, ou ao menos ter a cabeça a tona d'água. Presenças bondosas, conforto de alguma palavra amiga, saber que os outros estão aí, que ajudam também nas coisas práticas, nos fazem sobrevivei. Mas não queiram que a gente não sofra, mesmo nesta cultura nossa do barulho e da agitação, em que no segundo dia já querem que a sente passe o batom e saia às compras. Não por maldade, mas por essa aflição que nos ataca diante do sofrimento alheio, em parte porque ele é uma ameaça à nossa vidinha bem-posta: seremos os próximos?

Mas quero homenagear um amigo querido meu, de meu marido, de minha família, que morreu há poucos dias. O nome não importa, quem o conheceu saberá. Sua idade não importa, a tristeza é sempre a mesma. Qual seria a hora certa para morrer? Minha mãe morreu aos 90 anos, há quase dez ausente deste nosso mundo, arrebatada pelo cruel Alzheimer. Fazia anos que nem me reconhecia, mas também foi duro: de repente, eu não tinha mais a quem pudesse chamar de "mãe", e me senti extraordinariamente órfã.

Então, na pessoa desse amigo, homenageio aqui a todos os que se foram -- embora eu acredite que permaneçam, não importa como, em forma de alma, energia ou memória, o que já seria muito bom: de memórias positivas, que nos iluminem, nos emocionem ou nos façam sorrir, estamos precisados. E homenageio aqui, também, a todos nós que ficamos com a singular tarefa de preservar, no coração e no pensamento, esses que aparentemente perdemos, e de aos poucos retomar a vida -- como os mortos gostariam que a gente fizesse. Pois igualmente acredito, com firmeza, que é melhor deixar que os mortos morram (quem viveu isso entende). No começo do luto "tudo é horrível", dizia uma velha amiga, que havia muitos anos tinha perdido um filho, "mas com o tempo dói menos".

E afinal a vida chama, ainda que no início nos pareça um insulto. Pois honrando a vida também estamos honrando os nossos mortos, que, na nossa lembrança não mais crispada, na nossa melancolia nao mais indignada, na integração de seus atos e palavras em nós, no que temos de melhor, continuarão vivos. Em última analise, apesar de todo o dilaceramento, solidão e lágrimas, a morte (que não é fim, mas transformação), estranhamente, loucamente, tem um poderio limitado: seu dedo cruel e ossudo não consegue encontrar a tecla com que delerar nossos melhores afetos.
A partir da Veja (Ed. 2256 - 15/02/12). Leia no original

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Tudo passa

                                    




Todas as coisas, na Terra,
passam...
Os dias de dificuldades,
passarão...
Passarão também
os dias de amargura
e solidão...
As dores e as lágrimas
passarão.


 As frustrações
que nos fazem chorar...
um dia passarão.
A saudade do ser querido
que está longe, passará.

Dias de tristeza...
Dias de felicidade...
São lições necessárias que,
na Terra, passam,
deixando no espírito imortal
as experiências acumuladas.

Se hoje, para nós,
é um desses dias
repletos de amargura,
paremos um instante.

Elevemos
o pensamento ao Alto,
e busquemos a voz suave
da Mãe amorosa
a nos dizer carinhosamente:
isso também passará...

E guardemos a certeza,
pelas próprias dificuldades
já superadas,
que não há mal
que dure para sempre.

O planeta Terra,

 semelhante
a enorme embarcação,
às vezes parece
que vai soçobrar
diante das turbulências
de gigantescas ondas.

Mas isso também passará,
porque Jesus está
no leme dessa Nau,
e segue com o olhar sereno
de quem guarda a certeza
de que a agitação
faz parte do roteiro
evolutivo da humanidade,
e que um dia também passará...

Ele sabe que a Terra
chegará a porto seguro,
porque essa é a sua destinação.

Assim,
façamos a nossa parte
o melhor que pudermos,
sem esmorecimento,
e confiemos em Deus,
aproveitando cada segundo,
cada minuto que, por certo...
também passarão..."

" Tudo passa..........exceto DEUS!"
Deus é o suficiente!

Chico Xavier - Emmanuel