quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Carta para meu papai


Hoje que fazem cinco anos que você partiu, hoje que fazem cinco anos que sinto falta da sua presença, hoje fazem cinco anos que o céu ganhou um anjo, não um anjo qualquer, mas, o anjo que me protege e me guia nas horas que necessito e nas outras horas também.
 
Você sempre será, além de meu anjo, minha estrela guia, meu super herói, o melhor pai do mundo!
 
Quem foi que disse que para estarmos unidos, precisamos estar juntos? Quem foi que disse que para te amar tanto assim, precisamos estar perto? Quem foi que disse que mesmo sem a sua presença física, precisamos estar separados? O amor que sinto por você é infinito.
Nesses cinco anos eu aprendi que as pessoas que amamos, mesmo sem estar presente em nossa vida em forma de matéria, estão em nosso coração e mente. Voce marcou minha vida no tempo que esteve comigo e marcou também todas as pessoas que transitaram ao seu redor.
(Carta feita pela netinha de Angela & Evilásio para o amado pai)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Atire a Primeira Flor...

 
Quando tudo parece caminhar errado,
seja você o primeiro passo certo.

Se tudo parece escuro, se nada puder ser visto,
acenda a primeira luz.

Traga para a treva, você primeiro,
a pequena lâmpada.

Quando todos estiverem chorando,
tente você o primeiro sorriso,
Não na forma de lábios ardentes,
Mas na de um coração que compreenda,
de braços que confortem.

Se a vida inteira for um imenso não,
parta você na busca do primeiro sim,
Ao qual tudo de positivo deverá seguir-se.

Quando ninguém souber coisa alguma,
é você mesmo, Corrigindo-se a si mesmo.

Quando alguém estiver angustiado na procura,
observe bem o que se passa.

Talvez seja em busca de você mesmo
que este seu irmão esteja.

Quando a terra estiver seca,
que sua mão seja a primeira a regá-la.

Quando a flor estiver murcha,
seja a primeira a separar o joio,
a arrancar a praga, a afastar a pétala, a acariciar a flor.

Se sua porta estiver fechada,
de você venha a primeira chave.

Se o vento sopra frio,
que seu calor humano seja a primeira proteção
e o primeiro abrigo.

Se o pão for apenas massa, e não estiver assado,
seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.

Não atire a primeira pedra em quem erra,
de acusadores o mundo está cheio.
Nem, por outro lado, aplauda o erro.

Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu,
dê sua atenção primeiro para mostrar o caminho de volta,
compreendendo que o perdão regenera,
que é a compreensão edificada, que o possibilita,
e que o entendimento reconstrói.

Toda escada tem um degrau,
para baixo ou para o alto.

Toda estrada tem um primeiro passo,
para frente ou para trás.

Toda vida tem um primeiro gosto de existência ou de morte.

Atire pois, você, com ternura e vontade de entender,
quando tudo for pedra, a primeira e decisiva flor...

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

CONFRATERNIZAÇÃO ANO DE 2013

"A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida."
Imortalizou o poeta Vinicius de Moraes.
Sábado passado (07/12/2013),  
na confraternização do grupo fraterno constatamos quanto de verdade há nesta curta frase.
Obrigado aos anfitriões Evilásio & Angela pela hospitalidade.
 Abaixo o registro em fotos para guardarmos para a posteridade.















 











domingo, 8 de dezembro de 2013

O AMOR

 
Vida,
É o amor existencial.
Razão,
É o amor que pondera.
Estudo,
É o amor que analisa.
Ciência,
É o amor que investiga.
          Filosofia ,         
 É o amor que pensa.
Religião,
É o amor que busca a Deus.
Verdade,
É o amor que eterniza.
Ideal,
É o amor que se eleva.
Fé,
É o amor que transcende.
Esperança,
É o amor que sonha.
Caridade,
É o amor que auxilia.
Fraternidade,
É o amor que se expande.
Sacrifício,
É o amor que se esforça.
Renúncia,
É o amor que depura.
Simpatia,
É o amor que sorri.
Trabalho,
É o amor que constrói.
Indiferença,
É o amor que se esconde.
Desespero,
É o amor que se desgoverna.
Paixão,
É o amor que se desequilibra.
Ciúme,
É o amor que se desvaira.
Orgulho,
É o amor que enlouquece.
Sensualismo,
É o amor que se envenena.
Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.
 
(Francisco Cândido Xavier)

 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O ENCANTO NOSSO DE CADA DIA

 
Amar talvez seja isso: Ficar ao lado, mas sem possuir. Viver também.
Precisamos descobrir, que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, à medida em que nos empenharmos em não reter a vida.
Viver é exercício de desprendimento. É aventura de deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as novas descobertas.
Há uma beleza escondida nas passagens... Vida antiga que se desdobra em novidades. Coisas velhas que se revestem de frescor. Basta que retiremos os obstáculos da passagem. Deixar a vida seguir. Não há tristeza que mereça ser eterna. Nem felicidade. Talvez seja por isso que o verbo dividir nos ajude tanto no momento em que precisamos entender o sentimento da tristeza e da alegria. Eles só são suportáveis à medida em que os dividimos...
E enquanto dividimos, eles passam, assim como tudo precisa passar.
Não se prenda ao acontecimento que agora parece ser definitivo. O tempo está passando... Uma redenção está sendo nutrida nessa hora...
Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção. São miúdos, mas constantes. Olhe para a janela de sua vida e perceba o pássaro encantado na sua história. Escute o que ele canta, mas não caia na tentação de querê-lo o tempo todo só pra você. Ele só é encantado porque você não o possui.
E nisto consiste a beleza desse instante: o tempo está passando, mas o encanto que você pode recolher será o suficiente para esperar até amanhã, quando o passaro encantado, quando você menos imaginar, voltar a pousar na sua janela
Pe. Fábio de Melo
 

sábado, 30 de novembro de 2013

 
 
 
 
"A vida é cheia de términos e novos começos.
 A cada curva há algo que nos desafia, seja o novo, formidável, ou simplesmente o familiar.
 O que para uns é uma montanha intransponível, para outros é um desafio a vencer.
O que se torna sombrio para alguns, ainda permanece iluminado para outros.
 Os otimistas veem o caminho à frente, os pessimistas ficam tão ocupados em olhar para trás que não conseguem ver a solução bem diante deles.
Se ficarmos segurando a corda que nos arrasta para trás não teremos mãos livres para agarrar a corda que nos puxa para frente..."
Brahma Kumaris

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Filosofia do Yoga





 

 
 
 
Com base nos ensinamentos do Yoga pode-se aprender a aceitar a morte como processo e não como fim…
“O chamado da morte é um chamado de amor.
A morte pode ser doce se respondemos positivamente, se a aceitamos como uma das grandes formas eternas da vida e da transformação”. (Hermann Hesse). 
 
 Assim o escritor alemão define a morte, mas como aceitar a perda de alguém que amamos e transformar isso em algo positivo?
 O medo da morte e de morrer está enraizado na sociedade, principalmente naqueles que a encaram como um fim. Entretanto, o Yoga e algumas religiões como o Budismo nos ensinam que a morte não é o fim da jornada, mas o recomeço da libertação.
No mundo ocidental, a morte é considerada tabu, por isso, quando alguém morre, as pessoas não sabem como reagir e ficam extremamente abaladas.
 
 No fundo, age-se assim por medo do desconhecido, da finitude e da fragilidade diante da vida. Segundo a filosofia do Yoga, há cinco obstáculos chamados de kleshas que impedem a nossa compreensão correta da realidade e que causa sofrimento.
 São eles: avidya (ignorância), asmita (egoísmo), raga (apego), dvesa (aversão) e abnivesha (medo de morrer).
Enquanto estamos presos a esses kleshas, não conseguimos enfrentar a morte com naturalidade. Estamos presos em maya (teia de ilusões).

“O que está aqui também está lá; o que está lá, está também aqui. Quem vê a multiplicidade mas não o Ser indivisível deve vaguear continuamente, de morte em morte.”

Fonte:Blogs yoga